Foi por pouco que passámos neste teste na Holanda, diante de uma frágil equipa.
Resolveu o mesmo de sempre, desta vez com um hat-trick: Liedson.
O Sporting entrou razoavelmente bem nos primeiros dez minutos, até que sofreu um golo (como já é habitual) devido, claro está, a uma desatenção defensiva. Este erro demonstrou as facilidades que os leões deram durante toda a partida.
Liedson ia resolvendo, fazendo dois golos que permitiram a vantagem mínima no regresso aos balneários.
O Heerenveen troca bem a bola e possui jogadores rápidos, porém deixa bastante espaço atrás, que permite aos adversários jogar à vontade, algo que o Sporting demorou a aproveitar.
Na segunda parte, a equipa leonina baixou o bloco, a fim de segurar a vantagem, mas saiu-lhe o tiro pela culatra. Os holandeses marcaram através da marcação de um livre directo. Nota só para a inconstância de Patrício entre os postes, dado que tanto fazia boas defesas, como estava "aos papéis", revelando-se inseguro.
Mas quem tem Liedson tem sempre possibilidade de fazer golos. O luso-brasileiro fechou a contagem nos minutos finais.
Como pudemos observar, este encontro, em circunstâncias normais, podia ter dado goleada a favor do Sporting. E oportunidades não faltaram! Contudo, o que mais interessa são os três pontos e esses já ninguém nos tira.
Somos líderes do grupo, beneficiando de um empate em Berlim, entre Hertha e Ventspils, equipa que, teoricamente, é a mais fraca das quatro.
Para já, na Liga Europa entrámos com o pé direito.
Caneira foi outra coisa na lateral-esquerda, pelo menos melhor que André Marques...
Agora, há que manter o nível exibicional e vencer na segunda-feira o Olhanense, jogo em que temos obrigação de o fazer.
O Sporting venceu, mas deixou uma vez mais uma pálida imagem do seu futebol, onde Liedson continua a ser o salvador da pátria. É dificil perceber como perante um adversário fraco, o Sporting não consegue assumir o jogo e dominar a partida, somente acelarando o ritmo quando se vê em desvantagem e corre atrás do prejuizo, revelando falta de ambição e comodismo, preferindo sempre manter a vantagem minima em detrimento do golo tranquilizador.
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