Como pudemos observar nas jornadas da Liga Sagres que já decorreram, o Sporting não apresenta resultados nem boas exibições, aliás, como aqui vem sendo dito.
Contudo, era de esperar que tal acontecesse nas outras competições, mas não. Ou melhor, sucede em parte. Isto é, as más exibições remetem-se, igualmente, para a Taça de Portugal e para a Liga Europa, porém, os resultados são positivos.
Apesar de na Europa encontrar adversários, em teoria, mais fortes do que os das competições internas, o Sporting cumpre nestes jogos do “mata-mata”. Ou não tivesse Paulo Bento conquistado duas Taças de Portugal e duas Supertaças.
Só que o mais desejado pelos adeptos tem sido esquecido: o campeonato.
E aí, se as coisas têm estado a correr muito mal, a deslocação a Guimarães não vem ajudar em nada.
A equipa leonina encontra-se a muitos pontos da liderança e, ou se muda radicalmente agora, ou o cenário continuará a ser muito negro para os lados de Alvalade e o fosso que existe para os rivais tornar-se-á bastante maior.
Os sportinguistas querem ver, claro está, boas exibições. Mas, neste momento, o mais importante são os resultados, nem que sejam vitórias por margens mínimas.
O plantel leonino tem de ser forte, sobretudo, psicologicamente e não se deixar afectar pelas boas exibições de Porto e Benfica que intranquilizam os jogadores, dado que estes se sentem impotentes e incapazes de acompanhar os rivais.
Não pode ser. Há que olhar todos os adversários de frente, não entrarmos nos jogos com medo e dar o litro para vencer.
Não acredito que esta equipa não possa dar mais. Isto porque já vimos excelentes exibições anteriormente, em partidas onde estes jogadores estiveram presentes…
domingo, 25 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
Tempo de reflexão
É uma boa altura, devido à paragem do campeonato por causa dos compromissos das selecções, para Paulo Bento reflectir acerca do trabalho que vem sendo feito, no que pode mudar e no que pode melhorar.
Percebo que seja difícil fazê-lo, uma vez que maior parte dos seus jogadores encontram-se ao serviço das suas selecções. Por isso, há que trabalhar com os que tem e esperar que os restantes cheguem. Aliás, no próximo fim-de-semana decorrerá a Taça de Portugal, o que permite ao treinador testar mudanças ou colocar, finalmente, o Sporting a praticar um bom futebol e a ganhar confiança, dado que defrontamos um adversário de escalões inferiores.
Eu sei que é importante trabalhar os aspectos técnicos e tácticos com o plantel, mas penso que os jogadores estão a precisar, sobretudo, de um trabalho a nível psicológico.
As tropas leoninas necessitam que lhe abram os olhos, que alguém lhes diga com todas as letras que as exibições e os resultados que eles apresentam aos aficionados e à instituição que representam não são, de forma alguma, bons! É fundamental que Paulo Bento (e, se calhar, não só) dê um abanão na equipa, há que acordar os jogadores!
Esperemos, como sempre, que tal suceda e que haja uma reviravolta no Sporting, a fim de voltarmos a lutar pelos objectivos traçados no início da temporada.
Porém, não podemos viver de suposições, mas sim de factos…
Como não podia deixar de ser, faço aqui um aparte sobre a selecção de todos nós.
Devo dizer que sofri muito mais no jogo entre a Dinamarca e a Suécia do que no encontro de Portugal diante da Hungria.
A selecção cumpriu com o que lhe era pedido e teve a sorte dos dinamarqueses nos abrirem as portas em direcção ao Mundial.
Simão e Liedson brilharam, contudo, a meu ver, o melhor jogador em campo foi o lutador Pedro Mendes. Não alinhava na selecção há algum tempo e realizou uma excelente exibição, substituindo Pepe na perfeição.
Agora só dependemos de nós, não há mais desculpas. Resta-nos vencer a Malta, esperar que a Ucrânia derrote a Andorra (resultado dentro da normalidade) e, assim, seremos cabeças de série nos playoff, evitando a França, a Rússia e a Grécia. Nesse caso, os nossos possíveis adversários serão a Rep. Irlanda (o que não convinha), a Ucrânia (pode ser difícil), a Bósnia e a Eslovénia ou Eslováquia (selecções mais acessíveis).
Portanto, em princípio, Portugal terá três finais.
Para já há que vencer a primeira para disputar as outras duas em Novembro.
Percebo que seja difícil fazê-lo, uma vez que maior parte dos seus jogadores encontram-se ao serviço das suas selecções. Por isso, há que trabalhar com os que tem e esperar que os restantes cheguem. Aliás, no próximo fim-de-semana decorrerá a Taça de Portugal, o que permite ao treinador testar mudanças ou colocar, finalmente, o Sporting a praticar um bom futebol e a ganhar confiança, dado que defrontamos um adversário de escalões inferiores.
Eu sei que é importante trabalhar os aspectos técnicos e tácticos com o plantel, mas penso que os jogadores estão a precisar, sobretudo, de um trabalho a nível psicológico.
As tropas leoninas necessitam que lhe abram os olhos, que alguém lhes diga com todas as letras que as exibições e os resultados que eles apresentam aos aficionados e à instituição que representam não são, de forma alguma, bons! É fundamental que Paulo Bento (e, se calhar, não só) dê um abanão na equipa, há que acordar os jogadores!
Esperemos, como sempre, que tal suceda e que haja uma reviravolta no Sporting, a fim de voltarmos a lutar pelos objectivos traçados no início da temporada.
Porém, não podemos viver de suposições, mas sim de factos…
Como não podia deixar de ser, faço aqui um aparte sobre a selecção de todos nós.
Devo dizer que sofri muito mais no jogo entre a Dinamarca e a Suécia do que no encontro de Portugal diante da Hungria.
A selecção cumpriu com o que lhe era pedido e teve a sorte dos dinamarqueses nos abrirem as portas em direcção ao Mundial.
Simão e Liedson brilharam, contudo, a meu ver, o melhor jogador em campo foi o lutador Pedro Mendes. Não alinhava na selecção há algum tempo e realizou uma excelente exibição, substituindo Pepe na perfeição.
Agora só dependemos de nós, não há mais desculpas. Resta-nos vencer a Malta, esperar que a Ucrânia derrote a Andorra (resultado dentro da normalidade) e, assim, seremos cabeças de série nos playoff, evitando a França, a Rússia e a Grécia. Nesse caso, os nossos possíveis adversários serão a Rep. Irlanda (o que não convinha), a Ucrânia (pode ser difícil), a Bósnia e a Eslovénia ou Eslováquia (selecções mais acessíveis).
Portanto, em princípio, Portugal terá três finais.
Para já há que vencer a primeira para disputar as outras duas em Novembro.
domingo, 4 de outubro de 2009
A vergonha continua
A esperança é cada vez menor ou mesmo nula.
Sou adepto ferranho do Sporting e estou uma semana à espera com entusiasmo para ver um jogo do meu clube. Mas isso era dantes. Agora, uma partida dos leões torna-se num verdadeiro martírio, uma hora e meia de sofrimento a rezar para não perder(como é possível?!). E não é só esse facto que me perturba (e penso que aos adeptos leoninos), mas também a exibição, ou a falta dela, que os nossos jogadores nos proporcionam. O futebol é considerado o desporto rei pelo espectáculo que se observa, espectáculo esse que faz mover as pessoas, que nos faz pular, gritar, rir, chorar. Resumidamente, é a diversão do povo e em muitos casos, faz com que as pessoas esqueçam os seus problemas para passarem um bom momento. Aliás, quando a nossa equipa ganha, encaramos a semana com outra disposição.
E, nestes últimos tempos, não tenho visto o Sporting criar esta emoção nos adeptos. Não são apenas os maus resultados, mas também a falta de entrega dos jogadores, que só começam a correr nos 10 minutos finais, o que já é tarde.
Isso mesmo. Tem-se dito, para desculpar os nossos atletas, que eles até dão tudo o que têm em campo, mas lamento dizer que não é verdade. Tirando uma ou outra excepção, isso não acontece.
É verdade que Paulo Bento tem muitos indisponíveis, porém não é desculpa para os miseráveis resultados e para as péssimas exibições que a equipa vem demonstrando.
A derrota no Dragão e o empate de hoje deixa-nos numa posição bastante constrangedora já na 7ª jornada. Já vi esta história há uns anos e o fim não foi o melhor: terceiro lugar a 20 pontos do líder. Não é por nada, mas cheira-me que, pelo que se pode ver, é o que acontecerá este ano na melhor das hipóteses, pois o Braga parece que ainda ficará à nossa frente.
Ou as coisas mudam radicalmente ou tudo ficará complicadíssimo para o nosso lado. E não se podem queixar do apoio dos adeptos leoninos, já que esse não tem faltado na maioria do tempo. Claro que a paciência tem limites e os assobios aparecem, mas já está na altura de ser a equipa a puxar pelos adeptos e não o contrário. Por exemplo, no Benfica aconteceu isso. Os aficionados estavam desiludidos com a prestação do seu clube e este ano, a equipa puxou pelos adeptos e tem dado resultados.
Parece que só na Liga Europa as coisas correm bem, apesar das igualmente miseráveis exibições apresentadas pelo nosso Sporting...
Assim não!
Sou adepto ferranho do Sporting e estou uma semana à espera com entusiasmo para ver um jogo do meu clube. Mas isso era dantes. Agora, uma partida dos leões torna-se num verdadeiro martírio, uma hora e meia de sofrimento a rezar para não perder(como é possível?!). E não é só esse facto que me perturba (e penso que aos adeptos leoninos), mas também a exibição, ou a falta dela, que os nossos jogadores nos proporcionam. O futebol é considerado o desporto rei pelo espectáculo que se observa, espectáculo esse que faz mover as pessoas, que nos faz pular, gritar, rir, chorar. Resumidamente, é a diversão do povo e em muitos casos, faz com que as pessoas esqueçam os seus problemas para passarem um bom momento. Aliás, quando a nossa equipa ganha, encaramos a semana com outra disposição.
E, nestes últimos tempos, não tenho visto o Sporting criar esta emoção nos adeptos. Não são apenas os maus resultados, mas também a falta de entrega dos jogadores, que só começam a correr nos 10 minutos finais, o que já é tarde.
Isso mesmo. Tem-se dito, para desculpar os nossos atletas, que eles até dão tudo o que têm em campo, mas lamento dizer que não é verdade. Tirando uma ou outra excepção, isso não acontece.
É verdade que Paulo Bento tem muitos indisponíveis, porém não é desculpa para os miseráveis resultados e para as péssimas exibições que a equipa vem demonstrando.
A derrota no Dragão e o empate de hoje deixa-nos numa posição bastante constrangedora já na 7ª jornada. Já vi esta história há uns anos e o fim não foi o melhor: terceiro lugar a 20 pontos do líder. Não é por nada, mas cheira-me que, pelo que se pode ver, é o que acontecerá este ano na melhor das hipóteses, pois o Braga parece que ainda ficará à nossa frente.
Ou as coisas mudam radicalmente ou tudo ficará complicadíssimo para o nosso lado. E não se podem queixar do apoio dos adeptos leoninos, já que esse não tem faltado na maioria do tempo. Claro que a paciência tem limites e os assobios aparecem, mas já está na altura de ser a equipa a puxar pelos adeptos e não o contrário. Por exemplo, no Benfica aconteceu isso. Os aficionados estavam desiludidos com a prestação do seu clube e este ano, a equipa puxou pelos adeptos e tem dado resultados.
Parece que só na Liga Europa as coisas correm bem, apesar das igualmente miseráveis exibições apresentadas pelo nosso Sporting...
Assim não!
sábado, 3 de outubro de 2009
Vitória sofrida

Não há muito a dizer do que foi o Sporting na quinta-feira diante do Hertha de Berlim. Os leões jogaram miseravelmente mal mas ganharam.
A exibição já não é surpresa porque já nos começamos a habituar. Aliás, a surpresa é quando os homens de Paulo Bento jogam bem.
Por outro lado, os alemães também não fizeram nada de especial, excepto nos últimos minutos onde podiam ter chegado ao empate.
Desta vez a sorte esteve do nosso lado, não só no golo de Adrien mas também num ou outro falhanço dos jogadores do Hertha.
Não me vou alongar, pois tal como muitos sportinguistas, considero penoso continuar a falar deste miserável encontro, onde o único aspecto positivo e o mais importante foi a vitória.
Com estes três pontos somos líderes isolados do grupo e estamos à beira do apuramento, já que esperamos vencer os jogos contra o Ventspils. Bem, se tal não acontecer, estamos realmente muito mal. Mal de nós se não nos apurarmos...
Na liga, segue-se a recepção ao Belenenses, partida em que Matías Fernández não pode jogar devido a lesão, juntando-se assim aos muitos indisponíveis do nosso plantel.
A única esperança que eu tenho é que a equipe melhore quando Izmailov voltar aos relvados...
sábado, 26 de setembro de 2009
Primeiro clássico vale derrota
Primeiro clássico do campeonato à sexta jornada entre Porto e Sporting, com derrota dos leões por 1-0.
Como não pode deixar de ser, a equipa orientada por Paulo Bento entrou logo a perder aos 2 minutos, por erro de Polga em lance de bola parada, aproveitado com toda a tranquilidade por Falcao.
Ao contrário do que se esperava, o Sporting reagiu bastante bem ao golo sofrido e poderia ter feito o empate ou chegado à vantagem antes do intervalo, em virtude das quatro portunidades de golo, uma das quais uma bola na barra.
Matías Fernández teve um bom lance individual, mas tirando isso o chileno passou ao lado do jogo.
Na segunda parte, o Porto entrou melhor e ganhou uma grande penalidade, que provocou a expulsão de Polga, que acabou por influenciar o resto da partida.
Patrício defendeu o penalty que, aliado a grandes defesas que fez, proporcionou-lhe uma excelente exibição.
O segundo tempo nada mais trouxe, a não ser, claro, a expulsão de Veloso após a sua segunda falta cometida, sendo a primeira inexistente. Para além de nos prejudicarem neste encontro, têm que garantir que as coisas se complicam no próximo. Ou seja, nada de novo.
A diferença de critérios é tal que Meireles fez mais do que duas faltas (algumas mais duras) e deveria ter sido expulso ainda na primeira parte. Teve sorte de vestir uma camisola azul e branca...
De referir que Duarte Gomes, após ter mostrado o amarelo a Veloso, pediu-lhe desculpa. Porque será? Talvez porque a falta não existiu, quem sabe...
De relembrar ainda o primeiro amarelo de Polga, na sequência de uma falta normalíssima. Neste lance, até os portistas consideraram que foi muito exagerada a mostragem deste cartão.
Resumindo, o Sporting realizou uma boa primeira parte, bateu-se bem na segunda, quando esteve em inferioridade numérica mas foi infeliz.
Na próxima jornada não podemos contar nem com Polga (mas esse acho bem que descanse e mais do que um jogo) e Veloso (esse sim uma baixa de peso), contudo temos de ganhar.
Antes disso, quinta-feira jogamos em casa diante do Hertha e penso que aí já devia actuar Tonel de início.
Vamos lá levantar a cabeça e lutar contra tudo e contra todos!
Como não pode deixar de ser, a equipa orientada por Paulo Bento entrou logo a perder aos 2 minutos, por erro de Polga em lance de bola parada, aproveitado com toda a tranquilidade por Falcao.
Ao contrário do que se esperava, o Sporting reagiu bastante bem ao golo sofrido e poderia ter feito o empate ou chegado à vantagem antes do intervalo, em virtude das quatro portunidades de golo, uma das quais uma bola na barra.
Matías Fernández teve um bom lance individual, mas tirando isso o chileno passou ao lado do jogo.
Na segunda parte, o Porto entrou melhor e ganhou uma grande penalidade, que provocou a expulsão de Polga, que acabou por influenciar o resto da partida.
Patrício defendeu o penalty que, aliado a grandes defesas que fez, proporcionou-lhe uma excelente exibição.
O segundo tempo nada mais trouxe, a não ser, claro, a expulsão de Veloso após a sua segunda falta cometida, sendo a primeira inexistente. Para além de nos prejudicarem neste encontro, têm que garantir que as coisas se complicam no próximo. Ou seja, nada de novo.
A diferença de critérios é tal que Meireles fez mais do que duas faltas (algumas mais duras) e deveria ter sido expulso ainda na primeira parte. Teve sorte de vestir uma camisola azul e branca...
De referir que Duarte Gomes, após ter mostrado o amarelo a Veloso, pediu-lhe desculpa. Porque será? Talvez porque a falta não existiu, quem sabe...
De relembrar ainda o primeiro amarelo de Polga, na sequência de uma falta normalíssima. Neste lance, até os portistas consideraram que foi muito exagerada a mostragem deste cartão.
Resumindo, o Sporting realizou uma boa primeira parte, bateu-se bem na segunda, quando esteve em inferioridade numérica mas foi infeliz.
Na próxima jornada não podemos contar nem com Polga (mas esse acho bem que descanse e mais do que um jogo) e Veloso (esse sim uma baixa de peso), contudo temos de ganhar.
Antes disso, quinta-feira jogamos em casa diante do Hertha e penso que aí já devia actuar Tonel de início.
Vamos lá levantar a cabeça e lutar contra tudo e contra todos!
Primeiro clássico
Hoje, por volta das 19h15, estaremos todos a começar a roer as unhas, no primeiro clássico da temporada, que opõe Porto e Sporting no Dragão. Apesar de ainda nos encontrarmos na sexta jornada, não podemos deixar de dizer que este jogo é bastante importante, na medida em que nenhuma das equipas quer deixar fugir o Benfica e, já agora, o Braga.
Oxalá o Sporting nos surpreenda e deixe em silêncio o Dragão...
Equipa provável:
Patrício
Abel Carriço Polga Veloso
Moutinho
Pereirinha Vukcevic
Matías Fernández
Liedson Yannick
Oxalá o Sporting nos surpreenda e deixe em silêncio o Dragão...
Equipa provável:
Patrício
Abel Carriço Polga Veloso
Moutinho
Pereirinha Vukcevic
Matías Fernández
Liedson Yannick
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Aguenta coração!
Podemos dizer que, na generalidade, até foi um bom jogo de futebol, mas impróprio para cardíacos.
Já não é estranho o facto de o Sporting entrar a perder, porém nunca por 2-0.
Os portistas Rabiola e Castro calaram Alvalade logo nos primeiros 15 minutos. Muitos perguntam porque é que o Porto é melhor e esta é uma das coisas que faz parte desta forte estrutura. Isto é, para além de possuir vários treinadores nas ligas portuguesas (apesar de um lhes "ter feito a folha" no sábado), o próximo adversário dos leões coloca os seus jovens jogadores nessas mesmas equipas, que criam grandes problemas aos clubes contrários, incluindo aos seus rivais de Lisboa.
Após esse balde de água fria, o Sporting correu atrás do prejuízo e falhou duas oportunidades de golo e teve o azar (para não insinuar algo mais) de não ter sido marcada uma grande penalidade a seu favor, por mão de Miguel Garcia que impede a bola de entrar na baliza defendida por Ventura. Se esse lance fosse assinalado, talvez o Olhanense tivesse ficado reduzido a dez unidades.
Contudo, a consciência do árbitro da partida pesou-lhe tanto que, já depois de Carriço ter facturado o seu primeiro golo de leão ao peito, assinalou um penalty escandaloso (apesar de isso acontecer repetidamente em benefício dos nossos rivais) a nosso favor.
Moutinho não desperdiçou e o intervalo chegou com uma igualdade a dois.
O segundo tempo trouxe uma grande quebra no ritmo de jogo e só nos últimos 15 a 20 minutos é que existiram mais espaços, acabando Vukcevic por resolver o encontro.
Mas, mais uma vez, um jogo em que o Sporting teve que sofrer para vencer.
Só uma pergunta: porque é que se coloca em campo um onze titular, sabendo que, mais tarde ou mais cedo, terá que tirar as apostas feitas para ganhar a partida? Qual a necessidade de Angulo jogar de início se ainda não tem condições para tal? Eis a questão...
Segue-se o Porto. Se os erros voltarem a acontecer no Dragão, saímos de lá com uma goleada. Sim, pois se os azuis e brancos se apanham a ganhar por 2 golos, é certo que não irá perder o jogo.
Mas, defendendo bem (o que se torna difícil no Sporting) e mantendo o nível ofensivo saímos da invicta com um bom resultado, pois penso que se marcarmos 3 golos ao Porto, ganhamos!
Força Sporting!
Já não é estranho o facto de o Sporting entrar a perder, porém nunca por 2-0.
Os portistas Rabiola e Castro calaram Alvalade logo nos primeiros 15 minutos. Muitos perguntam porque é que o Porto é melhor e esta é uma das coisas que faz parte desta forte estrutura. Isto é, para além de possuir vários treinadores nas ligas portuguesas (apesar de um lhes "ter feito a folha" no sábado), o próximo adversário dos leões coloca os seus jovens jogadores nessas mesmas equipas, que criam grandes problemas aos clubes contrários, incluindo aos seus rivais de Lisboa.
Após esse balde de água fria, o Sporting correu atrás do prejuízo e falhou duas oportunidades de golo e teve o azar (para não insinuar algo mais) de não ter sido marcada uma grande penalidade a seu favor, por mão de Miguel Garcia que impede a bola de entrar na baliza defendida por Ventura. Se esse lance fosse assinalado, talvez o Olhanense tivesse ficado reduzido a dez unidades.
Contudo, a consciência do árbitro da partida pesou-lhe tanto que, já depois de Carriço ter facturado o seu primeiro golo de leão ao peito, assinalou um penalty escandaloso (apesar de isso acontecer repetidamente em benefício dos nossos rivais) a nosso favor.
Moutinho não desperdiçou e o intervalo chegou com uma igualdade a dois.
O segundo tempo trouxe uma grande quebra no ritmo de jogo e só nos últimos 15 a 20 minutos é que existiram mais espaços, acabando Vukcevic por resolver o encontro.
Mas, mais uma vez, um jogo em que o Sporting teve que sofrer para vencer.
Só uma pergunta: porque é que se coloca em campo um onze titular, sabendo que, mais tarde ou mais cedo, terá que tirar as apostas feitas para ganhar a partida? Qual a necessidade de Angulo jogar de início se ainda não tem condições para tal? Eis a questão...
Segue-se o Porto. Se os erros voltarem a acontecer no Dragão, saímos de lá com uma goleada. Sim, pois se os azuis e brancos se apanham a ganhar por 2 golos, é certo que não irá perder o jogo.
Mas, defendendo bem (o que se torna difícil no Sporting) e mantendo o nível ofensivo saímos da invicta com um bom resultado, pois penso que se marcarmos 3 golos ao Porto, ganhamos!
Força Sporting!
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